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Cleci Silveira

Cleci Silveira nasceu em Porto Alegre. Viúva do advogado e jornalista Elcyr Job Diniz Silveira, possui três filhas e cinco netas. Trabalhou no Serviço de Radiodifusão Educativa da então recém-criada Divisão de Cultura, integrando a equipe produtora de textos para programas musicais, apresentados na Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Extinto o Serviço, exerceu atividades em outros setores da entidade, que passara a chamar-se Departamento de Assuntos Culturais da Secretaria de Educação e Cultura. Ali permaneceu até a aposentadoria.
De 1988 a 1990, manteve uma coluna no jornal O Moinho, sobre mobiliário antigo. A dedicação, em tempo quase integral, à escrita de ficção, foi tardia, mas fruto de um sonho muito antigo. Publicou duas coletâneas de Contos: No Sótão Dormem Bonecas (2001), A Trama do Silêncio (2004), que lhe valeu a indicação como finalista ao Prêmio Jabuti. Em 2006, publicou a coletânea de crônicas O Tocador de Saz e o Sultão. Possui também trabalhos publicados e antologias: Contos de Oficina 13 (1994), Oficina de Criação Literária do Curso de Pós-Graduação em Letras da PUCRS, coordenada pelo professor Luiz Antonio de Assis Brasil. Participou com os contos O quarto, O retorno e o Casamento. Coletânea Pérgula Literária (1999), quando recebeu Menção Honrosa especial pelo conto A Melancolia de Valdô. Contos do Novo Milênio (2006) do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Participou com o conto As Lágrimas da Casuarina. Contos de Bolsa, da Casa Verde, organização de Laís Chaffe: Reflexão e Entre Dois Abismos.
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